Chegou a hora de responder aquela famosa pergunta: O que você vai ser quando crescer? Bombeiro, astronauta? - não, agora é a hora da decisão. Ás vezes é mais fácil saber o que não se quer ser do que o que se quer ser. Tudo bem. Já é um bom começo.
A escolha da carreira é o primeiro desafio dos vestibulandos. Este é o momento de os candidatos selecionarem os cursos que têm mais afinidade e buscar informações sobre as carreiras. As habilidades pessoais também devem ser levadas em consideração. O papel dos pais é fundamental nesse processo. Os pais devem estar abertos para conversar com seus filhos a respeito de suas possíveis escolhas, além de mostrarem os pontos vantajosos ou não de cada uma das profissões. Porém, jamais devem escolher pelos próprios filhos.
| Evasão
A taxa de evasão entre os 13.777 alunos matriculados nos 54 cursos de graduação da Unicamp em 2003 foi de 5,04%, o que corresponde a 695 alunos. De acordo com a Diretoria Acadêmica da Universidade, as carreiras que registraram menor percentual de evasão foram: - Medicina (0,99%) - Engenharia Civil (1,47%) - Odontologia (l,52%) - Engenharia Elétrica (1,70%) - Engenharia Mecânica (2,22%) - Educação (2,71%) - Engenharia Química (2,79%) - Economia (3,78%)
Já os cursos com maior percentual de evasão foram: - Física (14,32%) - Matemática (10,63%) - Ciências Humanas (9,33%) - Letras e Lingüística (8,02%) - Química (7,43%).
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Para ajudar o candidatos a escolher o que mais lhe agrada, surgiram os testes vocacionais. Respondendo a um questionário o candidato consegue identificar, no mínino, as áreas que mais lhe agradam, afunilando ainda mais a decisão.
Três importantes pontos podem ajudar o candidato a escolher a profissão:
1. Descobrir as áreas de que mais gosta, listar suas inclinações pessoais e o que espera para o futuro.
2. Conhecer a fundo as profissões, as habilidades exigidas e o dia-a-dia. Conversar com quem trabalha na área também pode ajudar.
3. Considerar o futuro de cada carreira. Isso nem sempre é fácil. Nada de descartar aquela carreira que está saturada e optar pela que está na moda. O mercado é dinâmico e, em cinco anos, a realidade pode ser outra.
O bom mesmo é saber que, nada é para sempre. Ou seja, não gostou, não é isso que você esperava, não está se identificando com o curso, pule fora. Nenhuma escolha é definitiva. Além da possibilidade de mudar, existe a de exercer atividades diferentes depois da graduação.